Imbituba registra 14º foco de Aedes aegypti
Matéria via DS / Postado dia 11-07-2018

O aparecimento do 14º foco do Aedes aegypti em Imbituba fez com que a secretaria municipal de Saúde e a coordenação do Programa de Combate à Dengue decidissem por uma reunião de emergência com os representantes de todas as secretarias do município.

A intenção dos gestores em saúde é, justamente, pedir o apoio das demais secretarias municipais no combate ao Aedes Aegypti, isso porque o estado de alerta permanece em Imbituba. 

“A situação é preocupante. Nós descobrimos o 14º foco. Desses, sete foram encontrados só no bairro Porto da Vila. A questão de infestação, tecnicamente, já pode ser considerada, mas isso depende ainda da confirmação do Estado”, informou o coordenador do Programa de Combate à Dengue, Eduardo Carvalho.

Com sete agentes de endemias trabalhando no município, mais de 1,5 mil imóveis já foram vistoriados. Mesmo assim, a contribuição da comunidade é muito importante no combate ao Aedes Aegypti. Ao todo, já foram encontrados focos nos bairros Nova Brasília, Porto da Vila, Campo da Aviação, Vila Nova e Araçatuba. 

“Só com a conscientização de todos será possível acabar com o problema. Por isso, nós convocamos todas as secretarias do governo para, juntos, fazermos uma força-tarefa, com a intenção de eliminar esses focos do mosquito da dengue antes do verão. Se a gente chegar ao verão com todos esses focos, com certeza será um problema de saúde pública muito grande para a nossa cidade”, ressaltou a secretária de Saúde de Imbituba, Graciela Wiemes Ribeiro.



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Bebê agredida segue em estado grave

A bebê de dois meses que teria sido agredida pelo paicontinua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. 

A menina de Capivari de Baixo passou por cirurgia e, até o fechamento desta edição, seu estado de saúde era considerado grave. O caso aconteceu na terça-feira e foi trazido com exclusividade pelo DS. 

A criança chegou à unidade junto com os pais. Após atendimento, os médicos atestaram que ela tinha afundamento de crânio e hematomas. A polícia e o conselho tutelar foram acionados, pois a desconfiança era que ela tivesse sido agredida. 

Com isso, os pais foram detidos. Após conversa com o delegado responsável pelo caso, Vandilson Moreira da Silva, o homem de 25 anos, pai da criança, foi acusado pela mãe de ser o responsável pelas agressões. Ele alegava que a criança não era filha biológica dele, pois o casal é negro e a criança, branca. 

O pai, suspeito de agredir a bebê, foi preso e segue recluso no Presídio Regional de Tubarão. Já a mãe, foi ouvida e liberada. Ela será investigada por omissão. À polícia, ela afirmou que era ameaçada e agredida pelo marido e que, por isso, não havia o denunciado antes. Esta seria a terceira vez que a bebê foi hospitalizada. Na primeira vez, estava com costelas quebradas. Nos casos anteriores, a família alegava acidentes domésticos.

A Polícia Civil ainda aguarda um laudo pericial para confirmar as agressões. O pai deve responder por maus-tratos e tentativa de homicídio. A polícia teve deferimento da Justiça para o pedido de prisão preventiva.