MP pede prisão de acusado de morte de modelo
Matéria via DS / Postado dia 11-07-2018

Uma semana depois de ter denunciado o oficial de cartório de Imbituba pela morte da namorada Isadora Viana Costa, de 22 anos, o Ministério Público protocolou o pedido de prisão preventiva do acusado. O crime aconteceu no dia 8 de maio. A jovem modelo gaúcha foi morta por diversos golpes no abdômen. 

O pedido de prisão do acusado, denunciado por homicídio qualificado por feminicídio, foi baseado na busca feita pela Polícia Civil no final de semana. No quarto de hotel onde ele vive atualmente, os policiais encontraram bebidas alcoólicas, conforme o DS trouxe em reportagem ontem. 

Com isso, o acusado teria descumprido medidas cautelares no que diz respeito ao uso de álcool. O pedido de prisão foi recebido ontem pelo judiciário, que abriu um prazo de cinco dias para as partes (MP e a defesa do acusado) se manifestarem. A morte de Isadora ganhou repercussão na região e no estado do Rio Grande do Sul. 

A jovem de Santa Maria foi morta no apartamento do namorado, em Imbituba. Era a primeira vez que ela tinha vindo a Santa Catarina, local onde o acusado mora.  Segundo a Promotoria, o acusado matou a vítima com agressões, durante uma explosão de fúria, após ter consumido cocaína. O crime aconteceu depois que, ao ver o namorado passando mal por conta do uso da droga, Isadora pediu socorro a uma irmã dele, o que o deixou furioso e motivou a violência.



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Bebê agredida segue em estado grave

A bebê de dois meses que teria sido agredida pelo paicontinua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. 

A menina de Capivari de Baixo passou por cirurgia e, até o fechamento desta edição, seu estado de saúde era considerado grave. O caso aconteceu na terça-feira e foi trazido com exclusividade pelo DS. 

A criança chegou à unidade junto com os pais. Após atendimento, os médicos atestaram que ela tinha afundamento de crânio e hematomas. A polícia e o conselho tutelar foram acionados, pois a desconfiança era que ela tivesse sido agredida. 

Com isso, os pais foram detidos. Após conversa com o delegado responsável pelo caso, Vandilson Moreira da Silva, o homem de 25 anos, pai da criança, foi acusado pela mãe de ser o responsável pelas agressões. Ele alegava que a criança não era filha biológica dele, pois o casal é negro e a criança, branca. 

O pai, suspeito de agredir a bebê, foi preso e segue recluso no Presídio Regional de Tubarão. Já a mãe, foi ouvida e liberada. Ela será investigada por omissão. À polícia, ela afirmou que era ameaçada e agredida pelo marido e que, por isso, não havia o denunciado antes. Esta seria a terceira vez que a bebê foi hospitalizada. Na primeira vez, estava com costelas quebradas. Nos casos anteriores, a família alegava acidentes domésticos.

A Polícia Civil ainda aguarda um laudo pericial para confirmar as agressões. O pai deve responder por maus-tratos e tentativa de homicídio. A polícia teve deferimento da Justiça para o pedido de prisão preventiva.