Táxi com R$ 20 mil em vinhos é apreendido
Matéria via DS / Postado dia 16-05-2018

Um táxi, carregado com garrafas de vinhos estrangeiros sem pagamento de taxas de importação, foi flagrado em Tubarão. O Renault Logan, com placas de Curitiba, transportava 134 garrafas de vinho quando foi parado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os agentes abordaram o carro de aluguel em fiscalização de rotina e constataram a presença da carga de bebidas, que totaliza mais de R$ 20 mil.

O passageiro, de 41 anos, disse que pegou o produto em Barracão, no Paraná, na fronteira com a Argentina, e levou até Curitiba. Na capital paranaense, segundo suas informações e do motorista, de 53 anos, contratou o táxi para terminar o trajeto até Araranguá, onde entregaria o produto. 

O veículo e as bebidas foram entregues à Receita Federal de Florianópolis, e o passageiro responderá por descaminho. A eventual coparticipação do motorista será apurada.



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Bebê agredida segue em estado grave

A bebê de dois meses que teria sido agredida pelo paicontinua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. 

A menina de Capivari de Baixo passou por cirurgia e, até o fechamento desta edição, seu estado de saúde era considerado grave. O caso aconteceu na terça-feira e foi trazido com exclusividade pelo DS. 

A criança chegou à unidade junto com os pais. Após atendimento, os médicos atestaram que ela tinha afundamento de crânio e hematomas. A polícia e o conselho tutelar foram acionados, pois a desconfiança era que ela tivesse sido agredida. 

Com isso, os pais foram detidos. Após conversa com o delegado responsável pelo caso, Vandilson Moreira da Silva, o homem de 25 anos, pai da criança, foi acusado pela mãe de ser o responsável pelas agressões. Ele alegava que a criança não era filha biológica dele, pois o casal é negro e a criança, branca. 

O pai, suspeito de agredir a bebê, foi preso e segue recluso no Presídio Regional de Tubarão. Já a mãe, foi ouvida e liberada. Ela será investigada por omissão. À polícia, ela afirmou que era ameaçada e agredida pelo marido e que, por isso, não havia o denunciado antes. Esta seria a terceira vez que a bebê foi hospitalizada. Na primeira vez, estava com costelas quebradas. Nos casos anteriores, a família alegava acidentes domésticos.

A Polícia Civil ainda aguarda um laudo pericial para confirmar as agressões. O pai deve responder por maus-tratos e tentativa de homicídio. A polícia teve deferimento da Justiça para o pedido de prisão preventiva.