Flamengo vence o Botafogo e vai à final da Taça Guanabara
Matéria via IG ESPORTE / Postado dia 12-02-2018
Henrique Dourado marcou seu primeiro gol com a camisa do Flamengo

Na semifinal do primeiro turno do Campeonato Carioca, o Flamengo venceu o Botafogo em Volta Rendonda por 3 a 1. Assim, vai à final da Taça Guanabara , para enfrentar o Boavista, que já havia garantido sua vaga após o empate em 2 a 2 com o Bangu. Com a vantagem, o time rubro-negro precisava apenas do empate para a classificação.

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Flamengo contou com a estreia de seu principal reforço para a temporada. O centroavante Henrique Dourado, ex-Fluminense, foi o maior artilheiro do país em 2017, com 32 gols no total. Foi ele, inclusive, que fez a primeira finalização da partida, aos 17 minutos do primeiro tempo. Diego cobrou falta e o estreante cabeceou perto do gol, dando o primeiro susto no Botafogo.

A partida, que chegou a ser paralizada por conta do calor, teve predomínio do Fla, que dificultou para que o Fogão conseguisse criar jogadas. Aos 35 minutos, Éverton faz o primeiro gol, de cabeça, após outra cobrança de falta de Diego e abriu o placar em 1 a 0. Do outro lado, o Botafogo não chegou a fazer nenhuma finalização.

O segundo tempo começou agitado e o segundo gol do Fla saiu logo no terceiro minuto de bola rolando com Henrique Dourado fazendo sua primeira marcação com a camisa da equipe. O time rubro-negro continou pressionando e buscando colocar a bola na rede, mas o Botafogo deu a resposta aos 23 minutos. Com forte chute na entrada da área, Kieza descontou o placar e marcou seu primeiro gol com pelo alvinegro, 2 a 1 para o Flamengo.

O jovem prodígio Vinicius Junior, que havia entrado no lugar de Lucas Paquetá aos 31 minutos, fez um golaço na prorrogação e garantiu a classificação do Fla. No entanto, durante a comemoração , o atacante fez o gesto de "chororô" e causou confusão dentro de campo. Os jogadores do Botafogo foram para cima do atleta de 17 anos, que levou cartão amarelo pela provocação.

Placar final: 3 a 1 para o Flamengo. Com a vitória, o time comandado pelo técnico Paulo César Carpegiani vai enfrentar o Boavista na final da Taça Guanabara, no dia 18 de fevereiro, no Estádio Nilton Santos.

 



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Doações múltiplas de órgãos: Tubarão ocupa sexto lugar no Estado

O Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão, está em sexto lugar no Estado como o hospital que mais realizou doações múltiplas de órgãos. Está atrás apenas de Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Itajaí e Florianópolis. Foram 17 doações múltiplas no ano passado realizadas no HNSC.

Santa Catarina continua liderando o ranking no número de doações de órgãos para transplantes no país. O Estado consolidou um sistema de transplantes que é referência também internacional. Segundo levantamento da SC Transplantes, em outubro de 2017, Santa Catarina atingiu a marca de 39 doadores efetivos de órgãos por milhão de população, enquanto a média nacional foi de 16,5 doadores por milhão de população.

Até setembro de 2017, a SC Transplantes registrou 197 doações efetivas de órgão, 438 doações efetivas de tecido ocular e 938 transplantes de órgãos e tecidos em Santa Catarina.

De acordo com o médico coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do HNSC, Vilto Michels Júnior, a posição que o hospital ocupa no Estado mostra o empenho e o bom trabalho realizado na instituição. “A doação de órgãos passa por uma série de trâmites, que vai desde o momento da identificação do paciente em estado grave com chance de morte encefálica ao tratamento correto dado a ele quando se torna muito grave e com a morte encefálica comprovada, para que os órgãos sejam mantidos”, explica.

Além disso, Vilto explica que tem toda a parte de entrevista com os familiares, que é uma das fases mais importantes no que se refere à aceitação para a doação dos órgãos. “Para tudo isso,  temos uma equipe amplamente treinada pela Central de Transplantes de Florianópolis, o que acarreta no sucesso do trabalho”, pontua.

O médico, que também coordena o CTI (Centro de Tratamento Intensivo), diz que a parte que cabe ao HNSC é o de identificar e tratar o paciente e entrevistar a família. Tão logo o diagnóstico fique completo, a Central de Transplantes faz a captação dos órgãos. “Fígado, rins e córneas são os mais comuns. Coração e pulmão são mais raros”, comenta.


Treinamento especializado

Os investimentos em logística e em treinamentos das equipes dos hospitais, responsáveis pela identificação de potenciais doadores e pela abordagem junto às famílias, são os fatores determinantes para os resultados alcançados. Este ano, foram capacitados cerca de 800 profissionais de hospitais públicos e particulares.

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