Operação conjunta prende traficantes
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 12-01-2018

Traficantes foram presos, na noite de quarta-feira, em uma operação conjunta em Gravatal. O caso aconteceu no bairro Bela Vista. Seis pessoas foram presas.

Depois de trocas de informações entre a Polícia Militar de Gravatal, a Polícia Civil de Gravatal e a Polícia Militar de Braço do Norte, foi desencadeada a operação policial para comprovar o comércio de entorpecentes no local. 

A guarnição da PM de Gravatal abordou um jovem de 25 anos, usuário de drogas, que havia comprado oito pedras de crack, e outro de 28 anos, também usuário de drogas, que comprou uma pequena quantidade de maconha. 

Com isso, a Agência de Inteligência de Gravatal e de Braço do Norte, em conjunto com o PPT e o Canil de Braço do Norte, realizou a ação, que abordou seis pessoas durante diligências na casa onde ocorria o comércio de drogas.

Nas buscas na residência foram apreendidos aproximadamente dez gramas de substância semelhante a crack, 15 gramas de maconha, 109 comprimidos de ecstasy, aproximadamente R$ 1.500 em espécie e cinco celulares. 

Os envolvidos receberam voz de prisão e foram encaminhados à Delegacia de Braço do Norte.



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Bebê continua na UTI

Segue grave o estado de saúde da bebê de dois meses que sofreu afundamento de crânio após ser agredida. A menina de Capivari de Baixo está internada desde a última terça-feira na UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. O pai da criança, suspeito de cometer as agressões, teve a prisão preventiva decretada.

Até esta sexta-feira, segundo a assessoria do hospital, o quadro clínico da bebê permanecia sem grandes alterações. Ela já foi submetida a uma cirurgia e continua recebendo tratamento intensivo.

A criança chegou à unidade junto aos pais e, após o atendimento, os médicos atestaram que ela tinha afundamento de crânio e hematomas. A polícia e o conselho tutelar foram acionados, sob a suspeita de que a criança tivesse sido agredida. 

Em conversa com o delegado responsável pelo caso, Vandilson Moreira da Silva, o homem de 25 anos, pai da criança, foi acusado pela mãe de ser o responsável pelas agressões. Como motivação está a desconfiança de que a bebê não fosse filha biológica dele, pois o casal é negro, e a menina, branca. 

O pai segue no Presídio Regional de Tubarão. Já a mãe foi ouvida e liberada. Ela será investigada por omissão. À polícia, a mulher afirmou que era ameaçada e agredida pelo marido e que, por isso, não havia o denunciado antes.

Polícia apreende R$ 940 em notas falsas em carro

Uma denúncia à polícia resultou na apreensão de R$ 940 em notas falsas, na noite desta quinta-feira, em Laguna. A quantia foi encontrada dentro de um carro, próximo ao trevo que dá acesso à cidade. Quatro pessoas que estavam no veículo foram levadas à delegacia, mas acabaram liberadas.

De acordo com o delegado Bruno Fernandes, que atendeu a ocorrência, um adolescente assumiu a posse das notas e declarou ter encontrado as cédulas na rua. A quantia estava dividida em cinco notas de R$ 100, seis notas de R$ 50 e sete de R$ 20. 

“Como o adolescente assumiu, e como não houve a prática de estelionato comprovada, todos os envolvidos acabaram sendo liberados”, explicou o delegado. Ainda segundo ele, a procedência das notas será investigada pela Polícia Federal, que é o órgão responsável em ocorrências de falsificação de moedas.


A apreensão foi feita pela Polícia Militar (PM), após a denúncia de que um homem teria usado uma nota falsa de R$ 50 para tentar comprar bebida em um bar da comunidade de Bananal. Os policiais também receberam a informação de que o homem deixou o estabelecimento e embarcou em um veículo Uno branco, onde estavam outros três homens.

Os policiais conseguiram identificar e abordar o veículo pouco depois, apreendendo as notas falsas. O carro estava com o licenciamento atrasado, e também ficou detido.

INVESTIGAÇÕES

Agora, o delegado pretende fazer um levantamento das últimas ocorrências registradas em Laguna com o uso de notas falsas. “A partir desses inquéritos, vou tentar verificar se houve a participação dessas pessoas em casos já registrados. Conversaremos com as vítimas para ver se elas reconhecem os indivíduos”, contou.

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