Falsos passageiros assaltam ônibus
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 07-12-2017

Um assalto inusitado foi registrado na BR-101, em direção a Imbituba, na madrugada de ontem. No crime, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Paulo Lopes, dois homens que estavam no coletivo se passaram por passageiros, até que em determinado ponto pediram ao motorista que parasse o transporte, pois desejavam descer. 

No entanto, conforme a PRF, tudo não passou de uma tática para assaltar os demais passageiros que estavam no ônibus da empresa Santo Anjo, que havia saído de Florianópolis em direção a Imbituba. Armada, a dupla suspeita então rendeu o motorista. Enquanto um deles vigiava o condutor, o outro pegava os pertences pessoais das vítimas. 

Objetos como documentos, dinheiro, carteiras, eletrônicos e principalmente celulares foram levados pelos suspeitos. Após concluírem o crime, fugiram pela BR-101 na direção Sul. A dupla contava com reforço. Homens em um carro preto Sedam os aguardavam do lado de fora para o momento da fuga. 

Sem comunicação, o motorista e os demais passageiros do ônibus seguiram viagem até o destino por mais 30 minutos, até chegarem a Imbituba e conseguirem acionar socorro à Polícia Militar (PM) da cidade. A polícia registrou o crime e até o fechamento desta edição nenhum suspeito havia sido identificado.

Crime com faca

Momentos antes do assalto registrado em Imbituba, outro assalto chamou a atenção. Desta vez, com uma faca em mãos, um homem invadiu um supermercado no bairro São Bernardo, em Tubarão, rendeu um funcionário e cometeu o crime. Segundo a vítima, em relato à PM, o suspeito estava com um capacete que cobria o rosto. Do lado de fora havia uma motocicleta, que ele usou para a fuga após levar R$ 200 do caixa. O assalto aconteceu na noite de terça-feira e ninguém foi preso.



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Doações múltiplas de órgãos: Tubarão ocupa sexto lugar no Estado

O Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão, está em sexto lugar no Estado como o hospital que mais realizou doações múltiplas de órgãos. Está atrás apenas de Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Itajaí e Florianópolis. Foram 17 doações múltiplas no ano passado realizadas no HNSC.

Santa Catarina continua liderando o ranking no número de doações de órgãos para transplantes no país. O Estado consolidou um sistema de transplantes que é referência também internacional. Segundo levantamento da SC Transplantes, em outubro de 2017, Santa Catarina atingiu a marca de 39 doadores efetivos de órgãos por milhão de população, enquanto a média nacional foi de 16,5 doadores por milhão de população.

Até setembro de 2017, a SC Transplantes registrou 197 doações efetivas de órgão, 438 doações efetivas de tecido ocular e 938 transplantes de órgãos e tecidos em Santa Catarina.

De acordo com o médico coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do HNSC, Vilto Michels Júnior, a posição que o hospital ocupa no Estado mostra o empenho e o bom trabalho realizado na instituição. “A doação de órgãos passa por uma série de trâmites, que vai desde o momento da identificação do paciente em estado grave com chance de morte encefálica ao tratamento correto dado a ele quando se torna muito grave e com a morte encefálica comprovada, para que os órgãos sejam mantidos”, explica.

Além disso, Vilto explica que tem toda a parte de entrevista com os familiares, que é uma das fases mais importantes no que se refere à aceitação para a doação dos órgãos. “Para tudo isso,  temos uma equipe amplamente treinada pela Central de Transplantes de Florianópolis, o que acarreta no sucesso do trabalho”, pontua.

O médico, que também coordena o CTI (Centro de Tratamento Intensivo), diz que a parte que cabe ao HNSC é o de identificar e tratar o paciente e entrevistar a família. Tão logo o diagnóstico fique completo, a Central de Transplantes faz a captação dos órgãos. “Fígado, rins e córneas são os mais comuns. Coração e pulmão são mais raros”, comenta.


Treinamento especializado

Os investimentos em logística e em treinamentos das equipes dos hospitais, responsáveis pela identificação de potenciais doadores e pela abordagem junto às famílias, são os fatores determinantes para os resultados alcançados. Este ano, foram capacitados cerca de 800 profissionais de hospitais públicos e particulares.

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