Daniel Costa é o novo reforço do Peixe
Matéria via CAT / Postado dia 07-12-2017

Depois de levantar a taça da Copa Santa Catarina, os atletas do Peixe se reapresentaram na Vila nesta quarta-feira. Agora, o foco da equipe é a temporada de 2018, que terá um calendário recheado. Serão quatro competições em disputa: Campeonato Catarinense, Copa do Brasil, Série D e Copa Santa Catarina. E o elenco para o próximo ano já tem novidades. Um dos destaques no primeiro semestre, Daniel Costa está de volta ao Peixe. 

 

- O Campeonato Catarinense é o segundo mais difícil do país, então é sempre bom quando o elenco ganha jogadores qualificados. O Daniel fez um excelente estadual aqui e agrega ainda mais ao nosso plantel - afirma o zagueiro Jailton.

 

Após grande passagem pelo Tubarão no estadual, o meia retornou ao São Caetano para disputar o segundo semestre, onde foi campeão da Série A2 do Campeonato Paulista. Waguinho Dias também ressaltou a importância da contratação de Daniel Costa.

 

- É um excelente jogador. Nos ajudou muito no Catarinense, foi muito difícil, mas conseguimos traze-lo de volta. Tenho certeza que ele será muito importante novamente - declara o treinador.


Com muitos jogos e pouco tempo de preparação, já que o estadual começa mais cedo no próximo ano em função da Copa do Mundo, os atletas seguem treinando e aprimorando a parte física. A programação até a estreia no Catarinense já está elaborada pela comissão técnica. Os atletas seguem trabalhando até o dia 22 de janeiro. 

 

- Já estamos com o planejamento definido até o início do Catarinense. No dia 16, faremos um teste contra o Caxias, na Serra gaúcha. Também faremos um jogo-treino, no dia 22, contra o nosso sub-20, que vai participar de uma competição muito importante que é a Copa São Paulo. Após a atividade, os atletas estão liberados e se reapresentam em 3 de janeiro. Pretendemos fazer outro jogo-treino antes do início do Catarinense, mas ainda não foi definido - salienta Waguinho.

 

O Peixe termina 2017 com um bom aproveitamento. A equipe ficou na 6ª colocação no Estadual, conquistando a almejada vaga para a Série D. Com o título da Copa SC, ganhou o direito de participar de mais uma competição nacional, a Copa do Brasil. Nas arquibancadas, a torcida também fez bonito. Nos 13 jogos em casa, média de 1.543 torcedores no Domingos Silveira Gonzales.



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Doações múltiplas de órgãos: Tubarão ocupa sexto lugar no Estado

O Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão, está em sexto lugar no Estado como o hospital que mais realizou doações múltiplas de órgãos. Está atrás apenas de Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Itajaí e Florianópolis. Foram 17 doações múltiplas no ano passado realizadas no HNSC.

Santa Catarina continua liderando o ranking no número de doações de órgãos para transplantes no país. O Estado consolidou um sistema de transplantes que é referência também internacional. Segundo levantamento da SC Transplantes, em outubro de 2017, Santa Catarina atingiu a marca de 39 doadores efetivos de órgãos por milhão de população, enquanto a média nacional foi de 16,5 doadores por milhão de população.

Até setembro de 2017, a SC Transplantes registrou 197 doações efetivas de órgão, 438 doações efetivas de tecido ocular e 938 transplantes de órgãos e tecidos em Santa Catarina.

De acordo com o médico coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do HNSC, Vilto Michels Júnior, a posição que o hospital ocupa no Estado mostra o empenho e o bom trabalho realizado na instituição. “A doação de órgãos passa por uma série de trâmites, que vai desde o momento da identificação do paciente em estado grave com chance de morte encefálica ao tratamento correto dado a ele quando se torna muito grave e com a morte encefálica comprovada, para que os órgãos sejam mantidos”, explica.

Além disso, Vilto explica que tem toda a parte de entrevista com os familiares, que é uma das fases mais importantes no que se refere à aceitação para a doação dos órgãos. “Para tudo isso,  temos uma equipe amplamente treinada pela Central de Transplantes de Florianópolis, o que acarreta no sucesso do trabalho”, pontua.

O médico, que também coordena o CTI (Centro de Tratamento Intensivo), diz que a parte que cabe ao HNSC é o de identificar e tratar o paciente e entrevistar a família. Tão logo o diagnóstico fique completo, a Central de Transplantes faz a captação dos órgãos. “Fígado, rins e córneas são os mais comuns. Coração e pulmão são mais raros”, comenta.


Treinamento especializado

Os investimentos em logística e em treinamentos das equipes dos hospitais, responsáveis pela identificação de potenciais doadores e pela abordagem junto às famílias, são os fatores determinantes para os resultados alcançados. Este ano, foram capacitados cerca de 800 profissionais de hospitais públicos e particulares.

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