Quatro cidades encerram cadastramento biométrico na quinta-feira
Matéria via G1 SC / Postado dia 06-12-2017

prazo para revisão do eleitorado com cadastramento biométrico obrigatório termina nesta quinta-feira (7) em Balneário PiçarrasCorupáJaraguá do Sul e Penha. Os eleitores devem agendar atendimento pelo site do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) e ir ao local indicado com documento de identificação com foto, comprovante de residência recente e comprovante de alistamento militar, para homens maiores de 18 anos e que vão fazer o primeiro título.

Conforme o TRE-SC, até terça-feira (5) Balneário Piçarras tinha 55,58% de comparecimento dos eleitores, Corupá tinha 86,54%, Jaraguá do Sul tinha 75,99% e, Penha, 54,85%.

Para Balneário CamboriúBotuveráBrusqueCamboriúGuabiruba e Itajaí tiveram o prazo ampliado para revisão do eleitorado com cadastramento biométrico obrigatório para 15 de dezembro, por causa da baixa procura no início do processo e pelo fato de esses municípios terem grande número de eleitores.

A orientação do TRE-SC é que o eleitor que não comparecer até o prazo de término da revisão agende o atendimento também pelo site da instituição o mais rapidamente possível para regularizar, sem cobrança de multa e sem prejuízos, a situação eleitoral.




     


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Bebê agredida segue em estado grave

A bebê de dois meses que teria sido agredida pelo paicontinua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. 

A menina de Capivari de Baixo passou por cirurgia e, até o fechamento desta edição, seu estado de saúde era considerado grave. O caso aconteceu na terça-feira e foi trazido com exclusividade pelo DS. 

A criança chegou à unidade junto com os pais. Após atendimento, os médicos atestaram que ela tinha afundamento de crânio e hematomas. A polícia e o conselho tutelar foram acionados, pois a desconfiança era que ela tivesse sido agredida. 

Com isso, os pais foram detidos. Após conversa com o delegado responsável pelo caso, Vandilson Moreira da Silva, o homem de 25 anos, pai da criança, foi acusado pela mãe de ser o responsável pelas agressões. Ele alegava que a criança não era filha biológica dele, pois o casal é negro e a criança, branca. 

O pai, suspeito de agredir a bebê, foi preso e segue recluso no Presídio Regional de Tubarão. Já a mãe, foi ouvida e liberada. Ela será investigada por omissão. À polícia, ela afirmou que era ameaçada e agredida pelo marido e que, por isso, não havia o denunciado antes. Esta seria a terceira vez que a bebê foi hospitalizada. Na primeira vez, estava com costelas quebradas. Nos casos anteriores, a família alegava acidentes domésticos.

A Polícia Civil ainda aguarda um laudo pericial para confirmar as agressões. O pai deve responder por maus-tratos e tentativa de homicídio. A polícia teve deferimento da Justiça para o pedido de prisão preventiva.