Tubarão enfrenta Concórdia de olho na decisão do futsal
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 06-12-2017

Após vencer na partida de ida, o Tubarão Futsal enfrenta na noite de hoje o Concórdia, em busca da vaga na final do Campeonato Catarinense de Futsal.

A partida será realizada no Centro de Eventos de Concórdia, a partir da 20h15. Com a vantagem de ter vencido a partida de ida por 4 a 1, o Peixe joga pelo empate ou pela vitória no tempo normal para ficar com a vaga na final da competição. Ao adversário, resta vencer no tempo normal para levar a partida para a prorrogação. Como tem melhor campanha, jogará pelo empate na prorrogação.

“Vamos manter a mesma pegada e foco das últimas partidas. O grupo está unido e determinado em busca da classificação para a final do Catarinense”, comentou o técnico Thiago Raupp.

Quem passar deste confronto pegará o vencedor entre Joinville e Jaraguá, cuja vaga será decidida no próximo sábado, em Jaraguá do Sul.



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Bebê agredida segue em estado grave

A bebê de dois meses que teria sido agredida pelo paicontinua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. 

A menina de Capivari de Baixo passou por cirurgia e, até o fechamento desta edição, seu estado de saúde era considerado grave. O caso aconteceu na terça-feira e foi trazido com exclusividade pelo DS. 

A criança chegou à unidade junto com os pais. Após atendimento, os médicos atestaram que ela tinha afundamento de crânio e hematomas. A polícia e o conselho tutelar foram acionados, pois a desconfiança era que ela tivesse sido agredida. 

Com isso, os pais foram detidos. Após conversa com o delegado responsável pelo caso, Vandilson Moreira da Silva, o homem de 25 anos, pai da criança, foi acusado pela mãe de ser o responsável pelas agressões. Ele alegava que a criança não era filha biológica dele, pois o casal é negro e a criança, branca. 

O pai, suspeito de agredir a bebê, foi preso e segue recluso no Presídio Regional de Tubarão. Já a mãe, foi ouvida e liberada. Ela será investigada por omissão. À polícia, ela afirmou que era ameaçada e agredida pelo marido e que, por isso, não havia o denunciado antes. Esta seria a terceira vez que a bebê foi hospitalizada. Na primeira vez, estava com costelas quebradas. Nos casos anteriores, a família alegava acidentes domésticos.

A Polícia Civil ainda aguarda um laudo pericial para confirmar as agressões. O pai deve responder por maus-tratos e tentativa de homicídio. A polícia teve deferimento da Justiça para o pedido de prisão preventiva.