Contra o Náutico, Criciúma tenta bater meta pessoal de Beto Campos
Matéria via DC / Postado dia 14-11-2017

O técnico Beto Campos, que não fica no Criciúma no ano que vem, tem uma meta pessoal diante do Náutico, no Heriberto Hülse, na partida que abre a rodada, às 19h15min desta terça-feira. Ele espera um Tigre determinado a vencer e melhorar os números na Série B, com mudanças na escalação. No momento, o técnico tem 33,3% de aproveitamento, o pior entre comandantes que passaram na área técnica carvoeira na temporada.

Com Luiz Carlos Winck, que comandou o time entre o começo e parte do segundo turno da Série B, o Criciúma somou 53,7% dos pontos disputados. Beto Campos também está atrás de Deivid. O treinador que iniciou a temporada e foi demitido após derrotas nas três primeiras rodadas da Segundona deixou o Sul de Santa Catarina com 39,3%.

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— Somos avaliados por resultados, é uma cultura, e a gente sabe disso. Tenho um grupo que começou abaixo, conseguiu se recuperar durante o campeonato e mostrou muita força. É dessa maneira que a gente tem de terminar — comentou o treinador.

Questionado sobre a permanência no clube em 2018, Beto informou que um representante trata com o Criciúma. Porém, o presidente Jaime Dal Farra declarou no início da semana que o compromisso com o técnico termina ao final da temporada e que pensa em outros nomes para a vaga. 

Para encarar o Náutico, rebaixado no último sábado depois da derrota para o Londrina, Beto Campos tem a volta dos titulares Luiz, no gol, Edson Borges, na zaga, e Barreto no meio. Dos quatro que não viajaram para Natal, somente o atacante Silvinho continua fora, com dores na coxa direita. 

No último treino, Beto fez mistério sobre a escalação e deixou Barreto ou Ricardinho e Lucão ou Kalil, como dúvidas em duas posições entre os onze que iniciam o duelo.

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Ficha técnica

Criciúma: Luiz; Diogo Mateus, Raphael Silva, Edson Borges e Diego Giaretta; Barreto(Ricardinho), Douglas Moreira, João Henrique e Alex Maranhão; Caio Rangel e Lucão (Kalil). Técnico: Beto Campos.
Náutico: Busatto; David, Rafael Ribeiro, Aislan e Henrique Ávila; Amaral, Cal Rodrigues, Renan Paulino e Leilson; Dico e Bruno Mota. Técnico: Roberto Fernandes.
Arbitragem: Alinor Silva da Paixao, auxiliado por Fabio Rodrigo Rubinho e Marcelo Grando (trio do MT).
Data e hora: nesta terça-feira, às 19h15min
Local: Heriberto Hulse, em Criciúma (SC)



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Doações múltiplas de órgãos: Tubarão ocupa sexto lugar no Estado

O Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão, está em sexto lugar no Estado como o hospital que mais realizou doações múltiplas de órgãos. Está atrás apenas de Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Itajaí e Florianópolis. Foram 17 doações múltiplas no ano passado realizadas no HNSC.

Santa Catarina continua liderando o ranking no número de doações de órgãos para transplantes no país. O Estado consolidou um sistema de transplantes que é referência também internacional. Segundo levantamento da SC Transplantes, em outubro de 2017, Santa Catarina atingiu a marca de 39 doadores efetivos de órgãos por milhão de população, enquanto a média nacional foi de 16,5 doadores por milhão de população.

Até setembro de 2017, a SC Transplantes registrou 197 doações efetivas de órgão, 438 doações efetivas de tecido ocular e 938 transplantes de órgãos e tecidos em Santa Catarina.

De acordo com o médico coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do HNSC, Vilto Michels Júnior, a posição que o hospital ocupa no Estado mostra o empenho e o bom trabalho realizado na instituição. “A doação de órgãos passa por uma série de trâmites, que vai desde o momento da identificação do paciente em estado grave com chance de morte encefálica ao tratamento correto dado a ele quando se torna muito grave e com a morte encefálica comprovada, para que os órgãos sejam mantidos”, explica.

Além disso, Vilto explica que tem toda a parte de entrevista com os familiares, que é uma das fases mais importantes no que se refere à aceitação para a doação dos órgãos. “Para tudo isso,  temos uma equipe amplamente treinada pela Central de Transplantes de Florianópolis, o que acarreta no sucesso do trabalho”, pontua.

O médico, que também coordena o CTI (Centro de Tratamento Intensivo), diz que a parte que cabe ao HNSC é o de identificar e tratar o paciente e entrevistar a família. Tão logo o diagnóstico fique completo, a Central de Transplantes faz a captação dos órgãos. “Fígado, rins e córneas são os mais comuns. Coração e pulmão são mais raros”, comenta.


Treinamento especializado

Os investimentos em logística e em treinamentos das equipes dos hospitais, responsáveis pela identificação de potenciais doadores e pela abordagem junto às famílias, são os fatores determinantes para os resultados alcançados. Este ano, foram capacitados cerca de 800 profissionais de hospitais públicos e particulares.

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