Atletas são homenageados após os Jasc
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 14-11-2017

A delegação tubaronense trouxe na bagagem da 57ª Edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) 53 medalhas: 11 de ouro, 22 de prata e 20 de bronze, o que garantiu o 7° lugar geral no quadro final. Tubarão conquistou, ao todo, 56 pontos, o que representou a 9ª colocação geral.

Na segunda-feira, grande parte dos 147 integrantes da delegação que representou a cidade nas competições participou de um evento organizado pela prefeitura, na  Unisul, oportunidade em que foram homenageados pelo ótimo desempenho obtido. Essa foi a melhor campanha do município na história dos Jogos Abertos de Santa Catarina, cuja edição terminou no último sábado. No ano anterior, o município conquistou 18 medalhas.

O técnico de atletismo Marcos Paulo Huber falou em nome da delegação e ressaltou que a ascensão do município é resultado direto da continuidade dos programas Bolsa Atleta e Técnico. “Estamos muito felizes porque esse virou um programa da cidade, que tem se mantido, independentemente do prefeito. Antes de termos esses programas, era comum vermos atletas de Tubarão defendendo outras cidades, porque não tinham incentivo para defender nosso município”, atesta Marcos Paulo.

O vice-prefeito, Caio Tokarski, lembrou que o programa foi criado na gestão do prefeito Manoel Bertoncini, em 2012, ocasião em que ele respondia pela Fundação Municipal de Esporte. “Detectamos a necessidade de oferecer um incentivo aos nossos atletas e o programa foi criado. Para nossa satisfação, as gestões posteriores não só mantiveram, como ampliaram o volume de recursos”, assegura. Neste ano serão repassados um total de R$ 1,5 milhão para os 139 atletas e os 31 técnicos assistidos pelo programa.


Responsabilidade e futuro

O resultado obtido pelos atletas foi amplamente comemorado pelo prefeito Joares Ponticelli. “O número de medalhas praticamente triplicou, e isso aumenta demasiadamente nossa responsabilidade, pois no ano que vem temos que melhorar esses índices. Nós vamos continuar fazendo nossa parte no que se refere à manutenção do programa e ao pagamento em dia dos benefícios. A contrapartida de vocês é continuar se dedicando e treinando para manter os índices e conquistar novas vitórias”, frisou o prefeito.

Além dos programas de incentivo financeiro, Ponticelli destacou, ainda, que a reativação das escolinhas esportivas são, em parte, responsáveis pela formação de uma delegação tão competitiva. “Mais de 800 crianças participam das escolinhas, terras férteis para a descoberta de novos talentos. Lá estão os futuros atletas que vão manter e elevar nossos índices. As escolinhas são ainda um grande projeto de inclusão social, que ajudam a criança a preencher o tempo livre com atividades saudáveis”, observa.



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Doações múltiplas de órgãos: Tubarão ocupa sexto lugar no Estado

O Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão, está em sexto lugar no Estado como o hospital que mais realizou doações múltiplas de órgãos. Está atrás apenas de Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Itajaí e Florianópolis. Foram 17 doações múltiplas no ano passado realizadas no HNSC.

Santa Catarina continua liderando o ranking no número de doações de órgãos para transplantes no país. O Estado consolidou um sistema de transplantes que é referência também internacional. Segundo levantamento da SC Transplantes, em outubro de 2017, Santa Catarina atingiu a marca de 39 doadores efetivos de órgãos por milhão de população, enquanto a média nacional foi de 16,5 doadores por milhão de população.

Até setembro de 2017, a SC Transplantes registrou 197 doações efetivas de órgão, 438 doações efetivas de tecido ocular e 938 transplantes de órgãos e tecidos em Santa Catarina.

De acordo com o médico coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do HNSC, Vilto Michels Júnior, a posição que o hospital ocupa no Estado mostra o empenho e o bom trabalho realizado na instituição. “A doação de órgãos passa por uma série de trâmites, que vai desde o momento da identificação do paciente em estado grave com chance de morte encefálica ao tratamento correto dado a ele quando se torna muito grave e com a morte encefálica comprovada, para que os órgãos sejam mantidos”, explica.

Além disso, Vilto explica que tem toda a parte de entrevista com os familiares, que é uma das fases mais importantes no que se refere à aceitação para a doação dos órgãos. “Para tudo isso,  temos uma equipe amplamente treinada pela Central de Transplantes de Florianópolis, o que acarreta no sucesso do trabalho”, pontua.

O médico, que também coordena o CTI (Centro de Tratamento Intensivo), diz que a parte que cabe ao HNSC é o de identificar e tratar o paciente e entrevistar a família. Tão logo o diagnóstico fique completo, a Central de Transplantes faz a captação dos órgãos. “Fígado, rins e córneas são os mais comuns. Coração e pulmão são mais raros”, comenta.


Treinamento especializado

Os investimentos em logística e em treinamentos das equipes dos hospitais, responsáveis pela identificação de potenciais doadores e pela abordagem junto às famílias, são os fatores determinantes para os resultados alcançados. Este ano, foram capacitados cerca de 800 profissionais de hospitais públicos e particulares.

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