Área da CSN é tema de reunião em SP
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 14-11-2017

Para detalhar aos integrantes da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) sobre o projeto que a prefeitura prentende desenvolver na área, o prefeito de Capivari de Baixo, Nivaldo de Sousa, estará em São Paulo nesta quinta-feira. Lá, ele terá uma reunião com a diretoria de Patrimônio da CSN.

Entre as ideias está a de criar um parque tecnológico na área do antigo lavador, bem como em toda a área no Centro da cidade, desativada há 27 anos e em estado de completo abandono. No Centro são 28 lotes – alguns, juntos, totalizam até uma quadra -, e tem ainda aproximadamente 15 hectares da área onde funcionou o conhecido lavador, que fazia o beneficiamento do carvão antes da queima.

A coordenadora de Projetos da Fundação Certi, Maria Goretti Hoffmann, entidade responsável pela elaboração do projeto Parqtec – Parque Tecnológico de Capivari de Baixo, acompanhará o prefeito no encontro.

O projeto prevê a utilização de duas áreas pertencentes à prefeitura, uma de propriedade da Engie Energia (onde funcionou a UTCA) e duas pertencentes à CSN (antigo lavador), num total de mais de 42 hectares de terra.

A fundação fez amplo diagnóstico socioeconômico de Capivari de Baixo e da região Sul, a partir de informações públicas e de pesquisas específicas elaboradas pela própria fundação. O intuito foi conhecer a vocação regional, as oportunidades, as tendências, entre outros aspectos. A entidade chegou à constatação de que os setores de energia, automação, tecnologia da informação e comunicação – TIC e saúde são os mais promissores.

Pela proposta do projeto, a área será dividida em 90 lotes e a ocupação deverá ocorrer em fases, respeitando o amadurecimento e o crescimento natural do empreendimento. Se iniciasse este ano, hipótese prevista no projeto original, o Parqtec seria totalmente implantado em 2032. O investimento no primeiro ano estava previsto em R$ 800 mil e, ao fim de 15 anos, ultrapassaria R$ 102 milhões. O início será pelas duas áreas públicas e, posteriormente, com a parceria da Engie e da CSN, haverá a utilização das áreas pertencentes a estas duas empresas. Os recursos viriam da iniciativa privada.

Além das questões ligadas ao Parqtec, o prefeito vai dar continuidade à conversa com a diretoria da CSN quanto à compra de terrenos que a ex-estatal brasileira possui no município. O prefeito tem interesse na aquisição de alguns destes lotes e a CSN já manifestou, na primeira reunião ocorrida em outubro, a pré-disposição em vendê-los.



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Doações múltiplas de órgãos: Tubarão ocupa sexto lugar no Estado

O Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão, está em sexto lugar no Estado como o hospital que mais realizou doações múltiplas de órgãos. Está atrás apenas de Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Itajaí e Florianópolis. Foram 17 doações múltiplas no ano passado realizadas no HNSC.

Santa Catarina continua liderando o ranking no número de doações de órgãos para transplantes no país. O Estado consolidou um sistema de transplantes que é referência também internacional. Segundo levantamento da SC Transplantes, em outubro de 2017, Santa Catarina atingiu a marca de 39 doadores efetivos de órgãos por milhão de população, enquanto a média nacional foi de 16,5 doadores por milhão de população.

Até setembro de 2017, a SC Transplantes registrou 197 doações efetivas de órgão, 438 doações efetivas de tecido ocular e 938 transplantes de órgãos e tecidos em Santa Catarina.

De acordo com o médico coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do HNSC, Vilto Michels Júnior, a posição que o hospital ocupa no Estado mostra o empenho e o bom trabalho realizado na instituição. “A doação de órgãos passa por uma série de trâmites, que vai desde o momento da identificação do paciente em estado grave com chance de morte encefálica ao tratamento correto dado a ele quando se torna muito grave e com a morte encefálica comprovada, para que os órgãos sejam mantidos”, explica.

Além disso, Vilto explica que tem toda a parte de entrevista com os familiares, que é uma das fases mais importantes no que se refere à aceitação para a doação dos órgãos. “Para tudo isso,  temos uma equipe amplamente treinada pela Central de Transplantes de Florianópolis, o que acarreta no sucesso do trabalho”, pontua.

O médico, que também coordena o CTI (Centro de Tratamento Intensivo), diz que a parte que cabe ao HNSC é o de identificar e tratar o paciente e entrevistar a família. Tão logo o diagnóstico fique completo, a Central de Transplantes faz a captação dos órgãos. “Fígado, rins e córneas são os mais comuns. Coração e pulmão são mais raros”, comenta.


Treinamento especializado

Os investimentos em logística e em treinamentos das equipes dos hospitais, responsáveis pela identificação de potenciais doadores e pela abordagem junto às famílias, são os fatores determinantes para os resultados alcançados. Este ano, foram capacitados cerca de 800 profissionais de hospitais públicos e particulares.

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