Batalhão da PM promove oficiais
Matéria via Diário do Sul / Atualizado dia 12-08-2017

Oito policiais e quatro praças foram promovidos na manhã desta sexta-feira, na sede do 5º Batalhão de Polícia Militar (BPM) em Tubarão, durante a Formatura de Promoção de Oficiais e Praças.

Durante o evento, houve entrega de brasões de honra ao mérito e promoção por ato de bravura. Além de oficiais e praças promovidos, nove policiais militares foram agraciados com os brasões de mérito pessoal de primeira, segunda e terceira categoria, os quais visam distinguir os policiais que se destacam por seus méritos e que devam ser recompensados por apresentarem melhor desempenho profissional.

Ocorreu ainda a promoção por ato de bravura do cabo Wagner Miranda à graduação de terceiro-sargento, por salvar, em fevereiro deste ano, um homem que se afogava em uma praia de Laguna.

 

 



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Bebê agredida segue em estado grave

A bebê de dois meses que teria sido agredida pelo paicontinua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. 

A menina de Capivari de Baixo passou por cirurgia e, até o fechamento desta edição, seu estado de saúde era considerado grave. O caso aconteceu na terça-feira e foi trazido com exclusividade pelo DS. 

A criança chegou à unidade junto com os pais. Após atendimento, os médicos atestaram que ela tinha afundamento de crânio e hematomas. A polícia e o conselho tutelar foram acionados, pois a desconfiança era que ela tivesse sido agredida. 

Com isso, os pais foram detidos. Após conversa com o delegado responsável pelo caso, Vandilson Moreira da Silva, o homem de 25 anos, pai da criança, foi acusado pela mãe de ser o responsável pelas agressões. Ele alegava que a criança não era filha biológica dele, pois o casal é negro e a criança, branca. 

O pai, suspeito de agredir a bebê, foi preso e segue recluso no Presídio Regional de Tubarão. Já a mãe, foi ouvida e liberada. Ela será investigada por omissão. À polícia, ela afirmou que era ameaçada e agredida pelo marido e que, por isso, não havia o denunciado antes. Esta seria a terceira vez que a bebê foi hospitalizada. Na primeira vez, estava com costelas quebradas. Nos casos anteriores, a família alegava acidentes domésticos.

A Polícia Civil ainda aguarda um laudo pericial para confirmar as agressões. O pai deve responder por maus-tratos e tentativa de homicídio. A polícia teve deferimento da Justiça para o pedido de prisão preventiva.