Chapecoense vence na Arena Condá, quebra jejum de vitórias
Matéria via G1 SC / Postado dia 17-07-2017

o confronto entre dois times em um longo jejum, a Chapecoense conseguiu respirar na luta para fugir dos últimos lugares no Campeonato Brasileiro. Túlio de Melo, dois minutos depois de entrar na etapa final, e Lucas Marques, nos acréscimos, marcaram na vitória por 2 a 0, neste domingo, na Arena Condá, pelo Campeonato Brasileiro. O resultado complica ainda mais a crise vivida pelo Tricolor.

O triunfo em casa faz a Chapecoense pular para 18 pontos e abrir vantagem para a zona do rebaixamento. Além de seguir sem vencer sob o comando de Dorival Júnior (um empate e uma derrota), o São Paulo permanece entre os quatro últimos do torneio, com apenas 13 pontos.

Chapecoense e São Paulo foram a campo com duas longas sequências de resultados ruins. Os catarinenses não venciam desde 14 de junho, 2 a 1 diante do Vasco. Neste período, foram sete jogos de jejum (cinco derrotas e dois empates). O Tricolor acumula agora nove duelos sem vitórias (quatro empates e cinco derrotas) – o último resultado positivo foi obtido em 8 de junho, por 2 a 0 sobre o Vitória.

Os times voltam a jogar na próxima quarta-feira. A Chapecoense enfrenta o Santos, às 19h30, na Vila Belmiro. O São Paulo recebe o Vasco, às 21h45, no Morumbi.

 
Lance da partida entre Chapecoense e São Paulo (Foto: Tarla Wolski/Futura Press)
 

Chapecoense e São Paulo fizeram um primeiro tempo nivelado por baixo. Muito desfalcado, o time catarinense concentrou as tentativas pelo lado direito, com Seijas e Apodi. O venezuelano, aliás, foi quem criou a melhor chance ao chutar uma falta que acertou a trave em vacilo de Renan Ribeiro. Luiz Antônio também levou perigo em uma cobrança de falta que o goleiro pegou. O Tricolor paulista mostrou uma dinâmica melhor do que nas últimas rodadas, mas sem empolgar. Gómez, em jogada ensaiada, e Pratto, em belo chute de fora da área, pararam em boas defesas de Jandrei.

 

O desempenho das equipes na segunda etapa caiu ainda mais, principalmente pelo grande número de passes errados. Vinícius Eutrópio, então, tentou dar mais força ao ataque. E conseguiu com uma rapidez impressionante. Túlio de Melo entrou aos 15 minutos e aos 17 abriu o placar de cabeça em lance que Junior Tavares não acompanhou.

Aos 29, o São Paulo reclamou de um pênalti não marcado de Grolli em Pratto. O Tricolor em nenhum momento mostrou força para reagir. Dorival ainda colocou Marcinho, Douglas e Lucas Fernandes, mas de nada adiantou. Junior Tavares, aos 46, perdeu a bola na defesa, e Lucas Marques bateu forte no canto direito de Renan Ribeiro para fazer o segundo e assegurar a vitória.



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Doações múltiplas de órgãos: Tubarão ocupa sexto lugar no Estado

O Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão, está em sexto lugar no Estado como o hospital que mais realizou doações múltiplas de órgãos. Está atrás apenas de Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Itajaí e Florianópolis. Foram 17 doações múltiplas no ano passado realizadas no HNSC.

Santa Catarina continua liderando o ranking no número de doações de órgãos para transplantes no país. O Estado consolidou um sistema de transplantes que é referência também internacional. Segundo levantamento da SC Transplantes, em outubro de 2017, Santa Catarina atingiu a marca de 39 doadores efetivos de órgãos por milhão de população, enquanto a média nacional foi de 16,5 doadores por milhão de população.

Até setembro de 2017, a SC Transplantes registrou 197 doações efetivas de órgão, 438 doações efetivas de tecido ocular e 938 transplantes de órgãos e tecidos em Santa Catarina.

De acordo com o médico coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do HNSC, Vilto Michels Júnior, a posição que o hospital ocupa no Estado mostra o empenho e o bom trabalho realizado na instituição. “A doação de órgãos passa por uma série de trâmites, que vai desde o momento da identificação do paciente em estado grave com chance de morte encefálica ao tratamento correto dado a ele quando se torna muito grave e com a morte encefálica comprovada, para que os órgãos sejam mantidos”, explica.

Além disso, Vilto explica que tem toda a parte de entrevista com os familiares, que é uma das fases mais importantes no que se refere à aceitação para a doação dos órgãos. “Para tudo isso,  temos uma equipe amplamente treinada pela Central de Transplantes de Florianópolis, o que acarreta no sucesso do trabalho”, pontua.

O médico, que também coordena o CTI (Centro de Tratamento Intensivo), diz que a parte que cabe ao HNSC é o de identificar e tratar o paciente e entrevistar a família. Tão logo o diagnóstico fique completo, a Central de Transplantes faz a captação dos órgãos. “Fígado, rins e córneas são os mais comuns. Coração e pulmão são mais raros”, comenta.


Treinamento especializado

Os investimentos em logística e em treinamentos das equipes dos hospitais, responsáveis pela identificação de potenciais doadores e pela abordagem junto às famílias, são os fatores determinantes para os resultados alcançados. Este ano, foram capacitados cerca de 800 profissionais de hospitais públicos e particulares.

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