Serra possui oito pontos de risco de desmoronamento
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 19-06-2017

Com a chegada do inverno, a Serra do Rio do Rastro se constitui em um dos locais mais procurados pelos turistas no Estado, inclusive da região da Amurel. Os motoristas que trafegam pelo local precisam, porém, estar atentos, pois a estrada apresenta riscos que vão além das curvas sinuosas, e que já foram apontados ao Deinfra pela Defesa Civil.

De acordo com o coordenador regional da Defesa Civil, Rosinei da Silveira, foi realizado ainda no ano passado um estudo no local, que identificou oito pontos com risco de desmoronamento.

“O estudo foi passado ao Deinfra, que está realizando os projetos e levantamentos necessários para que se faça nos locais as obras necessárias. Ao motorista, o que pedimos é que trafegue com cuidado, estacione nos recuos e dirija devagar, aproveitando o que é um belo passeio, mas atento”, diz.

O estudo indica que há locais com movimentação de rocha, e onde já houve deslizamentos em outros anos. O Deinfra já tem o plano de trabalho para as obras, mas ainda não foi feito o orçamento. Conforme Rosinei, uma das soluções pode ser a construção de contenções e telas.



Veja Também
Mar Grosso: prefeitura acelera projetos para a obra
Doações múltiplas de órgãos: Tubarão ocupa sexto lugar no Estado

O Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão, está em sexto lugar no Estado como o hospital que mais realizou doações múltiplas de órgãos. Está atrás apenas de Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Itajaí e Florianópolis. Foram 17 doações múltiplas no ano passado realizadas no HNSC.

Santa Catarina continua liderando o ranking no número de doações de órgãos para transplantes no país. O Estado consolidou um sistema de transplantes que é referência também internacional. Segundo levantamento da SC Transplantes, em outubro de 2017, Santa Catarina atingiu a marca de 39 doadores efetivos de órgãos por milhão de população, enquanto a média nacional foi de 16,5 doadores por milhão de população.

Até setembro de 2017, a SC Transplantes registrou 197 doações efetivas de órgão, 438 doações efetivas de tecido ocular e 938 transplantes de órgãos e tecidos em Santa Catarina.

De acordo com o médico coordenador da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do HNSC, Vilto Michels Júnior, a posição que o hospital ocupa no Estado mostra o empenho e o bom trabalho realizado na instituição. “A doação de órgãos passa por uma série de trâmites, que vai desde o momento da identificação do paciente em estado grave com chance de morte encefálica ao tratamento correto dado a ele quando se torna muito grave e com a morte encefálica comprovada, para que os órgãos sejam mantidos”, explica.

Além disso, Vilto explica que tem toda a parte de entrevista com os familiares, que é uma das fases mais importantes no que se refere à aceitação para a doação dos órgãos. “Para tudo isso,  temos uma equipe amplamente treinada pela Central de Transplantes de Florianópolis, o que acarreta no sucesso do trabalho”, pontua.

O médico, que também coordena o CTI (Centro de Tratamento Intensivo), diz que a parte que cabe ao HNSC é o de identificar e tratar o paciente e entrevistar a família. Tão logo o diagnóstico fique completo, a Central de Transplantes faz a captação dos órgãos. “Fígado, rins e córneas são os mais comuns. Coração e pulmão são mais raros”, comenta.


Treinamento especializado

Os investimentos em logística e em treinamentos das equipes dos hospitais, responsáveis pela identificação de potenciais doadores e pela abordagem junto às famílias, são os fatores determinantes para os resultados alcançados. Este ano, foram capacitados cerca de 800 profissionais de hospitais públicos e particulares.

Técnico do Leão do Sul acredita em melhora
Peixe faz jogo decisivo hoje no Paraná